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Aspectos tecnológicos da produção de ostra em Florianópolis (SC)

Autores: Marcela Mataveli, Fabricio P. Rezende, Hellen Kato, Andrea E. P. Muñoz, Daniele K.R. Evangelista, Erika da Silva Maciel

 

Nos últimos anos, Florianópolis (SC) tem se destacado na produção de ostras exóticas da espécie Crassostrea gigas. Originária do Pacífico e encontrada naturalmente no Japão, Coréia e China, ela foi importada pelo Brasil em 1974 e chegou a Santa Catarina em 1987 pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Desde então, a instituição tem desenvolvido pesquisas e aperfeiçoado técnicas de manejo e produção de sementes.

De acordo com os dados obtidos em painel realizado em Florianópolis em agosto de 2016, verificou-se que a propriedade modal apresenta 10 long lines dispostos em 1,1 ha de lâmina d’água e estoca 400.000 sementes em dois ciclos de cultivo com taxa de sobrevivência média de aproximadamente 54%. O cultivo é realizado em três fases: fase berçário ou inicial, fase intermediária e fase de engorda ou final, com manejo entre fases em períodos de 45 dias até as ostras atingirem 7 (sete) centímetros, tamanho adequado para comercialização.

 

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